E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

Sábado, 17 de Outubro de 2015

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Nestes últimos dias, temos vindo a ponderar se deveremos ou não manter ativo este nosso espaço, que já dura há vários anos – Março 2010.

Depois de refletir bastante e termos muito bem analisado,

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o que no nosso entender vale a pena ser apreciado, decidimos encerrar temporariamente, por questões meramente pessoais, a atividade que vinhamos a desenvolver nesta nossa página.

Terminamos, agradecendo a todos os que ao longo destes anos nos disponibilizaram alguns minutos da sua vivência diária.

Para todos, que a saúde e a força nunca falte para poder enfrentar a encruzilhada que temos pela frente. Que os sonhos se transformem em realidade e a vida possa ser vivida com um constante sorriso.

Até uma próxima oportunidade.

Amorim Lopes

publicado por 59abc59 às 12:01

Domingo, 04 de Outubro de 2015

Resultados publicados pelo Expresso:

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Amorim Lopes 

 

publicado por 59abc59 às 23:53

Sábado, 03 de Outubro de 2015

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Hoje, 3 de outubro 2015, no Auditório Elvino Pereira, decorreu a cerimónia de entrega dos prémios relativos ao concurso de fotografia levado a cabo pela Câmara Municipal.

Na galeria do auditório encontram-se expostas todas as fotografias apresentadas.

1º PRÉMIO

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2º PRÉMIO

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3º PRÉMIO

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Imagens na Galeria 

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 Amorim Lopes

 

publicado por 59abc59 às 17:41

Sábado, 26 de Setembro de 2015

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AS MÁQUINAS ESTÃO EM EXPOSIÇÃO, EM PARQUE FECHADO, JUNTO À CÂMARA MUNICIPAL E LARGO DOS COMBATENTES.

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publicado por 59abc59 às 23:37

Quinta-feira, 24 de Setembro de 2015

Mação visita a Régua no tempo das vindimas.

Vídeo com a gravação de alguns momentos musicais.

 Amorim Lopes

 

publicado por 59abc59 às 12:40

Sexta-feira, 18 de Setembro de 2015

Decorreu esta quinta-feira mais um debate entre os líderes dos dois maiores partidos que concorrem às Legislativas 2015.

Foi um debate bastante equilibrado, um pouco esclarecedor no que respeita às propostas apresentadas pelo PS.

Quanto à “PàF”, não tem programa. Limita-se ao progresso da continuidade.

No que respeita ao desenrolar do debate pensamos que teve algumas falhas:

  • Falou-se do programa do PS. O programa da PàF não foi abordado. Será que existe?
  • Sobre a Segurança Social discutiram-se números. Ficou por abordar o mais importante: as vantagens e desvantagens dos projetos que ambos pretendem implementar.
  • Não concordamos com a coligação quando foi afirmado que o estudo para a Segurança Social, “desenhado” em 2007, foi projetado para 100 anos. Nunca ouvimos ser referido tal número, mas sim, números mais reduzidos. O problema não está no projeto, que internacionalmente é reconhecido como bom, mas sim, no enorme desemprego e elevada emigração que se veio a verificar, fruto das más políticas e má governação do atual Governo.
  • O governo afirmou que deu à Câmara de Lisboa uma verba para pagar parte da dívida – 40%. Se fez tal dádiva, não devia ser seu dever, ter idêntico procedimento com as restantes Câmaras do País? Mal vai um candidato a primeiro-ministro que utiliza tal verbalismo, quando esquece o protocolo existente entre ambas as partes.

Se juntarmos a tudo isto, o “estrondoso” incumprimento do PSD, no que respeita às promessas feitas no último ato eleitoral, a resposta só deverá ser uma – “PàF” não.

Terminamos com um texto da autoria de João Botelho, publicado esta quinta-feira no jornal Correio da Manhã:  

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 Que me perdoe o poeta, que está no céu, o trocadilho e o abuso, mas as coisas aqui na terra não andam lá muito católicas. Mal saiu da toca para uns passitos fora da rotina, o mundo real caiu em cima do primeiro- -ministro. Correu-lhe mal o debate – o "se tem saudades de discutir com Sócrates, vá discutir com ele" – de António Costa foi demolidor. Porque se esqueceu que as pessoas estão fartas das explicações "pela culpa dos outros" e estão mais atentas às culpas próprias de quatro anos de governação. E correu-lhe muito mal a ridícula proposta do peditório popular para os lesados dos GES, o enfrentamento com a mãe cuja filha formada não tem trabalho, os sete minutos de discussão acesa com a reformada sobre os cortes impiedosos que pareceram um episódio dos Apanhados. E lá se foi o seu ar de estadista penteado. A cara cheia, de pele esticada em que apenas se movia o queixo, começou a ter uns tiques repetidos de cabeça para a direita, mas que no espelho da televisão aparecem para a esquerda, o que torna os movimentos estranhamente absurdos. E se houvesse hoje cognomes para os primeiros-ministros, como outrora havia para os Reis, arriscava-se a ficar conhecido pelo povo como ‘O Cantor Mentiroso’. Porque a verdade é que já não havendo nada para vender (restam os Jerónimos e a Torre de Belém, onde ficariam muito bem dois centros comerciais chineses) os remediados deste país ficaram pobres, os pobres mais pobres e só os ricos mais ricos. E o país muito mais endividado do que quando ele chegou. Ah! Ia--me esquecendo do fracasso da venda do BES, que foi travada para não lhe arruinar de vez a campanha. Ele, que quando o deixavam à vontade, sabia de cor todas as canções que interessam ao povo, todas as pimba, as das tunas e até a "chamavam- -lhe Nini", anda com ar crispado, umas vezes aflito, muitas vezes acusatório. E o poderoso engenheiro Ângelo Correia está a ficar desfeito com o fracasso da sua criação. E se Passos Coelho, à solta e às voltas, prova que é pior que o aparelho que o resguardava, António Costa finalmente compreendeu que é melhor do que a medíocre "entourage" que o aconselhava. No outro lado da cidade, lá para a rua do Abade Faria, depois de cinco visitas infrutíferas de Mário Soares, teve de ser o alto comissário da ONU para os refugiados, com o seu estilo piedoso, a vir implorar a Sócrates para estar calado, parar com os seus jantares de patetas na galhofa e de exibir as suas sapatilhas Prada de 420€.

 

publicado por 59abc59 às 02:16

Quarta-feira, 16 de Setembro de 2015

Teixeira dos Santos explica como o chumbo do PEC IV levou ao pedido de resgate

VÍDEO

 

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Confidencial

Gabinete do presidente

Senhor primeiro ministro

“Recebi hoje informação, da parte do senhor Governador do Banco de Portugal, de que o nosso sistema financeiro não se encontra, por si só, em condições de garantir o apoio necessário para que o Estado português assegure as suas responsabilidades externas em matéria de pagamentos durante os meses mais imediatos. Ainda esta manhã o senhor Presidente da Associação Portuguesa de Bancos transmitiu-me idêntica informação.

Estes factos não podem deixar de motivar a minha profunda preocupação.

Não desconheço que o Governo tem repetidamente afirmado que Portugal não necessitará de recorrer a qualquer mecanismo de ajuda externa e é certo que a competência pela gestão das responsabilidades financeiras do país cabe por inteiro ao Governo.

Não disponho de informação sobre as acções e diligências que o Executivo estará a desenvolver para assegurar o cumprimento dessas obrigações. Porém, é do conhecimento público a situação do mercado que a República vem defrontando, desde há vários meses a esta parte, bem como o facto de o sistema bancário se encontrar sem acesso ao mercado desde há mais de um ano.

Atenta a especial sensibilidade desta matéria e as gravíssimas consequências que decorriam para o nosso país de qualquer eventual risco de incumprimento, é essencial que o Governo garanta, com toda a segurança e atempadamente, adopção das medidas indispensáveis para evitar tal risco.

Nestas circunstâncias, entendo ser meu dever levar ao seu conhecimento que, se essa vier a ser a decisão do Governo, o Partido Social Democrata não deixará de apoiar o recurso aos mecanismos financeiros externos, nomeadamente em matéria de facilidade de crédito para apoio à balança de pagamentos

Considerando a extrema relevância desta matéria, informo ainda que darei conhecimento desta carta confidencial ao senhor Presidente da República.

Com os cumprimentos,

[assinatura]

Pedro Passos Coelho

Lisboa, 31 de Março de 2011

Publicado no jornal Público de 16-09-2015

Com o que acabámos de divulgar, concluímos que a Troica veio para Portugal a pedido, contra a sua vontade, de Sócrates, que sofreu pressões de vária ordem – inclusive do atual Primeiro-ministro, ao tempo presidente do PSD.

O chumbo do PEC IV foi decisivo para a rendição de Sócrates.

O antigo Primeiro-ministro, tudo fez, para que o nosso País fosse tratado como viria a ser tratada a Espanha.

Foi o aventureirismo de Sócrates e a fome de PODER do PSD, que nos conduziram à realidade que hoje vivemos.

Amorim Lopes

 

publicado por 59abc59 às 12:57

Domingo, 13 de Setembro de 2015

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O sábado, dia 12 de setembro, ofereceu-nos uma tarde bem passada, com um evento realizado no Largo dos Combatentes - Encontro de Bandas.

Com a presença de três filarmónicas, houve oportunidade para escutar boa música. Houve alegria e um salutar convívio.

Estiveram presentes as filarmónicas Safarense do Alentejo, Fratel e a de Mação.

Por último, destacamos o bom desempenho da banda da terra, com um mestre jovem, bastante interventivo e a comandar com sabedoria a “nau” musical. Os músicos, na grande maioria jovens, tinham o ouvido afinado. É de realçar, que a sonoridade produzida pelo agrupamento da casa, foi fruto do bom desempenho de 40 ARTISTAS.

Terminamos, agradecendo a todos os que direta e indiretamente ajudaram na realização do encontro e que para o ano, tenham a saúde e a força necessária para realizar evento semelhante.

VÍDEO

Amorim Lopes 

publicado por 59abc59 às 11:37

Sexta-feira, 11 de Setembro de 2015

Amorim Lopes

 

publicado por 59abc59 às 00:40

Quarta-feira, 09 de Setembro de 2015

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Ao ler, hoje, o jornal Correio da Manhã, o nosso olhar abraçou um belíssimo trabalho escrito por Baptista Bastos, que nos deliciou e até bastante nos comoveu.

Mas quão cruel é o mundo em que vivemos! Um mundo que diariamente chora, nos rouba a vontade de ofertar um sorriso.

Será justo roubar, o sorriso  puro e inocente, a uma criança? 

Nós abraçamos a negação!

Seguidamente divulgamos o belíssimo texto de Baptista Bastos:

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09.09.2015 00:30

 O miúdo está estendido de bruços, e uma ligeira ondulação do mar faz mover a sua cabeça. O mar é negro e as areias escuras. O miúdo é um miúdo muito pequeno, sei agora que é sírio,Aylan, de seu nome há quatro anos que deixaram de o ser. Aquela fotografia apavora-me e não a quero ver. Mas aquela fotografia do miúdo intimida-me e apela-me, invoca-me, e lá estou aolhá-la, e ao miúdo sírio cujo rosto não vejo porque está virado para baixo, os braços estendidos ao longo do corpo pequeno. Sinto um mal-estar infinito, um aperto pesado no coração. Ao longo de uma vida rude e diversa, vi tudo e de tudo: corpos decapitados, queimados por explosões e fogos; escrevi de golpes de Estado, furacões, tremores de terra, naufrágios, descarrilamentos e quedas de aviões, sei lá que mais! Comovi-me, claro!, mas não tanto como com esta fotografia do miúdo sírio, que me persegue, me não larga, me provoca insónias e temores obscuros. Talvez este sentimento invasor e estranho seja da idade e da família que me rodeia. Sou marido, pai e avô, fui filho e neto, escolhi um ofício desamparado e trágico, em que, por vezes, os nervos atingiam uma tensão quase dolorosa, mas esta fotografia do miúdo sírio não me abandona, desabriga-me e ofende-me. OAylan ia com os pais para o Canadá. A inclemência não o permitiu: morreu afogado, com a mãe e o irmão, e foi parar a esta praia feia e suja da Turquia, de rosto para a areia negra e húmida e repulsiva. OAylan ia feliz, diz quem sabe, porque fugia do terror e do pânico. Mas os deuses, todos os deuses, estão cegos e surdos aos apelos de uma humanidade que, de tanto sofrer, já não sabe chorar. E, com estes deuses, não há perdão nem para os miúdos, que nada fizeram, que não cometeram nenhum pecado: eram apenas miúdos. Sobrou o pai, mas o pai é um homem desorientado, que soletra frases convulsas e desprovidas de sentido. Um homem envenenado por mil dores e sem ânimo para enfrentar mais infortúnios. A fotografia não me larga. E lá está oAylan, a água escura a lamber-lhe o rosto.

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Riso de Aylan, Aylan com os braços em volta do pescoço da mãe, choro dele, birra dele, xixi dele nas calças do pai, brincadeiras com o mano, sorriso dele, corridas dele, nunca mais.

 

publicado por 59abc59 às 19:26

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