E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

Sábado, 04 de Julho de 2015

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MAÇÃO 2015 - 22º FEIRA MOSTRA - D.A.M.A.

Mação, no fim de semana de 3,4,5 de julho realiza a 22º Feira Mostra.

No primeiro dia, 3 de julho, a feira abriu ao público com um novo figurino – mais agradável - restauração mais eficiente e gastronomia apetecível, exposições mais atrativas e um programa musical mais entusiasmante – D.A.M.A., G.N.R. e CUCA ROSETA.

Na sexta-feira, o evento abriu com a presença de elevadas e várias individualidades, das quais destacamos a representação Governamental.

No recinto, apraz-nos salientar a presença de muito público, que provocou lotação esgotada na restauração e um “mar” de fãs a aplaudir o grupo atuante.

Pela amostra, podemos sem receios dar os parabéns à organização.

VÍDEO

 Amorim Lopes

publicado por 59abc59 às 12:05

Sexta-feira, 03 de Julho de 2015

Vivemos tempos de injustiça, de egoísmo. O mundo solidário passa-nos ao lado. A ditadura financeira comanda a politica e os números sobrepõem-se à dignidade Humana.

É tão fácil livrar a banca da morte como desprezar o Povo e conduzi-lo à pobreza, à fome e leva-lo a dormir ao relento.

Não concordamos com o mundo injusto em que vivemos e temos fé e esperança, que mudando as vontades ventos mais justos surgirão.

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A crise grega é mais um sintoma das fragilidades da construção europeia e da sua união monetária. É certo que governos de diferentes cores políticas, com a adoção de políticas ruinosas, conduziram a Grécia ao colapso financeiro e económico. A intervenção da troika e a austeridade aplicada aos gregos, que deveria ser um programa de auxílio, em vez de resolver os seus problemas, agravou-os ainda mais. Os líderes europeus não tiveram a clarividência de avaliar os reais resultados das suas políticas – e, assim, não emendaram os seus próprios erros e persistiram na obsessão de obrigar os gregos a expiar os "pecados políticos" cometidos no passado. Contudo, não foram os políticos ou os responsáveis pelas instituições financeiras que pagaram pelos seus erros. Foi o povo, e os mais pobres, os que mais sofreram e continuam a arcar com as consequências da irresponsabilidade dos seus líderes. O arrastar da situação grega e a incapacidade de encontrar uma solução demonstram não só a inépcia dos líderes europeus mas também a sua insensibilidade para com a situação dramática das pessoas que perderam o seu emprego, que foram despejadas na rua ou que não fazem ideia do que comerão amanhã. Por isso, o Papa Francisco, para além de manifestar a sua solidariedade e preocupação com o povo helénico, veio lembrar aos políticos que "a dignidade da pessoa humana deve permanecer no centro de todos os debates políticos e técnicos, assim como na tomada de decisões responsáveis". Há quase cinquenta anos, em 1967, na encíclica ‘Populorum Progressio’, Paulo VI propunha a visão cristã do desenvolvimento que "não se reduz a um simples crescimento económico. Para ser autêntico, deve ser integral, quer dizer, promover todos os homens e o homem todo" (nº 14). Vivemos tempos em que dignidade da pessoa e a promoção de todos e de cada um são frequentemente esquecidas no debate político e subalternizadas à ditadura da finança. Tempos de "uma economia globalizada e financeirizada, que se sobrepõe à política". Em que os "bancos são salvos da falência enquanto as pessoas perdem as casas onde vivem porque não têm condições de continuar honrando seus empréstimos", denuncia esta semana o Instituto Humanitas Unisinos, de uma universidade jesuíta no Brasil.

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Que o mar acorde e as marés nos ajudem a sedimentar um mundo mais fraterno e equilibrado!

Amorim Lopes

 

 

publicado por 59abc59 às 12:18

Quinta-feira, 02 de Julho de 2015

Depois de quase tudo vender, que tinha sido construído por todos nós com o dinheiro dos nossos impostos – EDP; REN; PT; CTT; TAP… e agora a negociata do Oceanário, será que a água vai ser o próximo feito “glorioso” do mui digno desgoverno que temos?

Esperemos que não!

Para podermos avaliar o “governo” que temos e tirar as devidas ilações, publicamos seguidamente um texto que nos é oferecido pelo Expresso Diário da autoria de Micael Pereira:

TEXTO

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 Amorim Lopes

publicado por 59abc59 às 20:44

Segunda-feira, 29 de Junho de 2015

Passos Coelho para atingir o poder lançou mão de várias estratégias. Várias foram utilizadas, mas a que mais sobressaiu foi a mentira.

Ao longo da seu mandato, o dito por não dito foi um hábito frequentemente relembrado. Na ponta final, as falsidades continuam a enfeitar o “ramalhete” da governação.

Porque mente Passos Coelho?

Aconselhamos a ler o trabalho que seguidamente publicamos:

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Passos Coelho mente por razões singelas: compensa, habitou-se e o empenho que coloca na repetição de mentiras revela que se foi convencendo da veracidade do que diz.

Quando questionados sobre qual o atributo que associam a Passos Coelho, os portugueses escolhem “mentiroso”. Como em relação a outras dimensões, as sondagens são um bom barómetro de perceções e um retrato preciso da realidade. Afinal, o primeiro-ministro não hesita em mentir quando lhe é politicamente conveniente. Foi o que aconteceu na campanha eleitoral, com promessas e garantias abandonadas à primeira oportunidade (o que está abundantemente documentado no YouTube para memória futura) e tem sido assim ao longo da legislatura com o que o próprio qualificou de “mitos urbanos”.

A questão que se coloca, hoje, não é tanto avaliar a extensão das mentiras do primeiro-ministro, é tentar perceber porque mente Passos Coelho?

A resposta mais simples tem também potencial explicativo. Passos Coelho mente por razões singelas: compensa, habitou-se e o empenho que coloca na repetição de mentiras revela que, muito provavelmente, se foi convencendo da veracidade do que diz.

E mentir compensa por razões atendíveis. No passado funcionou e, uma vez eleito, a capacidade política do primeiro-ministro não ficou particularmente beliscada por ter feito um campanha eleitoral baseada numa mentira colossal. Afinal, os portugueses apresentam uma justificada fadiga em relação à classe política e partem do pressuposto de que mentir é da natureza da atividade. Com consequências: falar verdade não é uma qualidade muito valorada no momento do voto. Como aliás demonstram as sondagens, a mentira como arma política não é muito penalizante. Caso contrário, alguém que é visto como mentiroso não teria intenções de voto elevadas.

A ascensão ao poder de Passos assentou numa mentira. E uma disputa eleitoral é sempre uma reinterpretação do que se passou durante a legislatura

No entanto, a explicação fundamental talvez seja de outra natureza. Passos Coelho mente, para dar exemplos dos últimos dias, sobre emigração, aumento de impostos e cortes nas prestações sociais porque lhe é permitido e é politicamente útil.

Permitido, em parte, porque há uma estranha timidez no momento em que a oposição tem de responder ao primeiro-ministro. Uma mentira é uma mentira e não uma “falta à verdade” e, talvez, só o histórico de mentiras que a oposição carrega aos ombros explique tamanha inibição.

No fundo, mentir é necessário e eficaz. Desde logo porque a ascensão ao poder de Passos Coelho assentou numa mentira fundadora sobre a natureza da crise e as suas manifestações em Portugal, que não pode ser abandonada a meio do percurso. Mas, acima de tudo, porque uma disputa eleitoral é sempre uma reinterpretação do que se passou durante a legislatura. Numa asserção conhecida, George Orwell sublinhava que “quem controla o presente, controla o passado e quem controla o passado controla o futuro”. Ora, sendo possível a Passos Coelho mentir hoje, fá-lo como forma de reescrever o passado, mobilizar os seus eleitores potenciais e, desta forma, tornar viável o seu futuro político.

publicado por 59abc59 às 13:19

Mação viveu neste final de tarde de domingo, com o calor do tempo e do bastante público presente, o desfile das marchas populares.

Este ano, estiveram presentes alem da marcha dos organizadores – Mação, as de Almeirim, Malpica e Sardoal.

Numa primeira abordagem apresentamos este pequeno vídeo:

VÍDEO

 Amorim Lopes

publicado por 59abc59 às 02:26

Sexta-feira, 26 de Junho de 2015

Artur Conde esteve presente na RTP2 no programa Sociedade Civil, onde foi abordado o turismo Low Cost.

VÍDEO

 Amorim Lopes

 

publicado por 59abc59 às 17:29

Quinta-feira, 25 de Junho de 2015

 

publicado por 59abc59 às 12:02

Quarta-feira, 24 de Junho de 2015

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Grupo Beirão de Concertinas

Sem comentários.

Para animar a malta e…

Amorim Lopes

 

publicado por 59abc59 às 11:39

Terça-feira, 23 de Junho de 2015

“A Operação Marquês”, tem vindo ao longo destes sete meses a ser matéria de destaque no mundo audiovisual. Quase sempre, as noticias são desfavoráveis a Sócrates, a tal ponto, que levaram uma grande maioria do povo a condena-lo.

Nós, mantemos confiança a 100% no trabalho da investigação e da justiça e como não queremos julgar com as nossas mãos, aguardamos serenamente pelo desenrolar dos acontecimentos, na esperança de ver a justiça cumprir a sua missão. Se a condenação for o desfecho final, somos da opinião que o juiz deve ter “mão pesada”.

Contrariando o que habitualmente tem vindo a público na comunicação social, no que respeita a José Sócrates, temos a posição do Juiz do TRL, José Reis, que recentemente votou vencido um caso ligado à “Operação Marquês”. Por não estar de acordo com os seus dois colegas que o acompanharam na votação, este, juntou ao processo declaração onde justifica a sua tomada de posição.

Sobre esta, seguidamente publicamos um trabalho apresentado no jornal – I

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TEXTO

Jornal i 19/06/2015 10:48:36

Operação Marquês. Juiz diz que houve "deslumbramento" e não há provas contra Sócrates

O juiz do Tribunal da Relação de Lisboa defende que Sócrates nunca foi “em momento algum” confrontado com factos concretos em relação aos crimes de que é acusado.

José Reis, desembargador da Relação de Lisboa que votou contra a declaração de especial complexidade do processo "Operação Marquês, diz que a investigação se deixou deslumbrar e que os factos que o MP imputou a Sócrates "inexistem".

É o que vem escrito na declaração de voto de vencido apresentada por José Reis na votação de quarta-feira, a que o Diário de Notícias teve acesso.

O juiz do Tribunal da Relação de Lisboa defende que José Sócrates nunca foi “em momento algum” confrontado com factos concretos em relação aos crimes de que é acusado.

“Em momento algum [quando foi detido], o recorrente foi confrontado com quaisquer factos ou indícios concretos e susceptíveis de integrar o crime de corrupção e, seguramente, não o foi porque, no extenso rol de factos (recheado de expressões conclusivas e dedutivas) que o MP lhe imputou, eles inexistem”, escreveu José Reis, que acrescenta que o conteúdo do processo limitou-se a "interpretações e deduções". Sobre o dinheiro que circulava entre Sócrates e o amigo Carlos Santos Silva, José Reis considera estar “subjacente que tudo é contrapartida (indevida, claro) de ‘actos do governo'”, mas defende que esses actos nunca chegaram a ser descritos. “Não se descreve um único desses actos que permita estabelecer conexão indiciária (...) Em suma, continua a faltar a descrição indiciária objectiva do cimento da ligação“.

“Sucede que, no caso, tal quadro [a falta de um crime e precedente ao branqueamento de capitais] se apresenta manifestamente incompleto dada a total ausência de descrição de indícios factuais que eventualmente possam integrar o crime de corrupção", continua o juiz, que termina de forma directa: "Esta é a realidade nua e crua“.

A posição de José Reis consta de um voto de vencido no acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa que, por maioria, confirmou a declaração de especial complexidade do processo, decretada em Julho de 2014 pelo juiz Carlos Alexandre.

"Complexidade" que diz não existir neste caso. "Não há complexidade alguma em investigar o nada, o vazio“. Por isso, chegou mesmo a propor a emissão de um mandato de libertação de José Sócrates do Estabelecimento Prisional de Évora por falta de provas.

O TRL acabou por decidir nesta quarta-feira, ao fim de vários meses de debate entre o juiz José Reis (o relator inicial) e a juíza desembargadora Laura Maurício. Para desempatar, foi chamada a votar a presidente da 3ª secção criminal da Relação de Lisboa, a juíza Teresa Féria, que votou ao lado de Laura Maurício.

 

A ser verdade o que vem escrito no texto que acabamos de publicar, leva-nos a pensar que “os deuses devem de andar loucos”.

Amorim Lopes

publicado por 59abc59 às 01:47

Domingo, 21 de Junho de 2015

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Espelho de Água Ribeira de Eiras

 

Organizado pela União de Freguesias de Mação, Penhascoso e Aboboreira, realizou-se no último sábado, no Espelho de Água da Ribeira de Eiras, o 2º convívio para jovens com mais de 65 anos de idade.

O acontecimento, que contou com a presença de numerosas pessoas, decorreu dentro do que previamente foi planeado, não faltando a boa pinga, boa comida, oportunidade para desenferrujar a língua, rever amigos e até discutir problemas das suas aldeias. No final, houve música para animar o ambiente.

Para todos aqueles que direta ou indiretamente colaboraram na realização do evento, vão os nossos parabéns e agradecimentos.

Aos poucos, com amor e dedicação, se vai fazendo Mação!

VÍDEO

 Amorim Lopes

 

publicado por 59abc59 às 11:39

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