E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

Segunda-feira, 18 de Março de 2013

 

 

 

As declarações de Joana Manuel, Actriz, no quadro da Conferência Nacional - Em Defesa de um Portugal Soberano e Desenvolvido, que se realizou no auditório da Faculdade de Ciências de Lisboa dia 23 de Fevereiro de 2013, merecem que todos nós disponibilizemos oito minutos para as conhecer e fazer a sua apreciação.

 

 

A jovem actriz, proferiu palavras simples, concisas e adornadas com os sentimentos que a dureza da vida nos vem concedendo.

Abordou o passado e o presente da vida de todos nós, que com tamanha crueldade vem sendo flagelada.

“Ensinou-me a cantar que o povo é quem mais ordena... e que havíamos de chegar ao fim da estrada unidos como os dedos da mão.”

“Aquilo que tornava o meu pai um adulto... é o mesmo que, a mim, me impede de o ser!”

 


Felizmente há pessoas com “P”!

Infelizmente há gente neste “Portugal de Abril” que aconselha a ir para o estrangeiro gente assim!

Amorim Lopes

publicado por 59abc59 às 21:10

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