E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

Terça-feira, 31 de Agosto de 2010

Num dia nublado e quente, dei por mim a meditar no Mundo que me rodeia.

Vejo famílias a serem desfeitas constantemente. São mortes, divórcios a toda a hora. O perdão não faz parte do vocabulário de muitas famílias.  

Se não há harmonia entre as famílias como a pode haver entre os Povos do Mundo inteiro? Vejo um Mundo nada solidário, nada humano, nada de ajudas, nada de dar a mão ao seu irmão. Vejo um Mundo cego pela riqueza, pelo egoísmo e vejo outro, onde a pobreza e a fome são uma constante. Vejo um Mundo todo-poderoso acorrentando e espezinhando um Outro, que luta pela liberdade, com a vontade de mostrar a alma de uma Nação.

Diariamente presenciamos um mundo onde a riqueza está em primeiro plano e a questão social em segundo plano. Empresas a fechar, porque os lucros são diminutos, porque noutros Países estes são mais gordos e fáceis. O desemprego aumenta de uma forma assustadora. Tudo isto, porque o lucro está em primeiro plano e a questão social em segundo plano.

Famílias pobres onde o fome começa a ser e em certos casos já é uma realidade. Vemos uma sociedade onde o roubo, o assassinato e o uso da droga são uma prática constante. 

Vejo um Mundo a acorrentar um Outro que sonha diariamente com a liberdade.

- A liberdade, esse bem que nos permite desfrutar dos outros bens

- Ser-se livre não é fazermos aquilo que queremos, mas querer-se aquilo que se pode

- O homem livre é aquele que não receia ir até ao fim da sua razão

- O mais livre de todos os homens é aquele que consegue ser livre na própria escravidão

Vemos um Mundo, que à custa da repressão, do medo e da ignorância, vai evitando que um canto de liberdade seja entoado pelos Povos oprimidos.

Timor, povo que foi massacrado pela Indonésia, acorrentado e impedido de cantar a liberdade, nasceu Nação livre, com identidade e vontade de mostrar ao mundo a cultura, o engenho e arte de um povo, que calmamente e com serenidade, começa a seguir os rumos da democracia.  

 

- A democracia não corre, mas chega segura ao objectivo

- Democracia quer simplesmente dizer o desencanto do povo, pelo povo, para o povo

- Ter escravos não é nada, mas o que se torna intolerável é ter escravos chamando-lhes cidadãos

- O amor da democracia é o da igualdade

Desejo que Timor, continue calmamente seguindo o rumo dos ventos da democracia e a liberdade, solidariedade, e justiça social formem um mar onde todo o povo possa navegar.

Em homenagem ao Povo de Timor, apresentamos seguidamente um pequeno vídeo.

 

 

publicado por 59abc59 às 19:27

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