E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

Sexta-feira, 26 de Novembro de 2010

 

Já por diversas vezes temos abordado a crise que estamos vivendo. Somos da opinião que para vencer a tremenda má situação em que nos encontramos, várias medidas teremos que enfrentar, muitas delas bastante impopulares, mas sempre sem tirar do pensamento que a questão social está sempre acima da questão material.

Nas conversas diárias, constantemente temos afirmado, no que respeita às reformas, que estas deveriam estar divididas em vários escalões e uma única reforma por pessoa. O máximo das reformas seria os 2000 Euros. Basta vontade política para o fazer.

Repentinamente vemos uma notícia na RTP2, que nos diz, que na Suíça, já há algo semelhante com o que preconizamos. Abra o Link seguinte.

http://ww1.rtp.pt/noticias/?t=Reformas-na-Suica-com-tecto-maximo-de-1700-euros.rtp&headline=20&visual=9&article=390426&tm=7

SE quem comanda o barco onde todos nós navegamos, não tiver a coragem, vontade, inteligência e o sentido de orientação adequado, dificilmente sairemos deste mar de tormentas onde nos encontramos.

O mar dos necessitados e insatisfeitos não deixará de aumentar.

 

Foto 1

 

 

 

Foto 2

 

 

 

 

 

 

Foto 3

 

 

Terminamos com um vídeo para meditar um pouco e por uns momentos esquecer este mundo de insatisfação em que vivemos.

 

 

 

 

Amorim Lopes

publicado por 59abc59 às 23:02

Quarta-feira, 17 de Novembro de 2010

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois de passar uns instantes a meditar um pouco nas imagens que acabámos de publicar, ficámos chocados, que no Portugal de Abril, ainda existam situações daquelas. É arrepiante ver diariamente o mundo da pobreza a aumentar assustadoramente, enquanto os ricos são cada vez em maior número e com a riqueza a aumentar. Os ricos são cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres.

O CR7 é um artista, é um trabalhador honesto, não tem culpa do montante, que o clube onde trabalha entendeu pagar-lhe. No que respeita a novas riquezas como foram conseguidas? Umas com honestidade, mas muitas outras à custa do suborno, corrupção e muito mais.

Como é chocante verificar, o triste rumo que o Portugal de Abril tomou. Por uns instantes, meditemos um pouco no mundo em que vivemos. Com trabalho, união, imaginação e solidariedade, honremos os que, nas prisões, com sacrifícios e até com a própria morte, lutaram para nos dar um Portugal livre, fraterno e justo.

Tudo o que estamos a viver, em parte, é fruto de uma vivência capitalista sem escrúpulos, onde tudo vale para atingir os fins. O roubo, suborno e a corrupção são uma constante, conforme podemos verificar na nossa imprensa diária. Neste mundo do capital de regras limitadas, infelizmente não pode haver liberdade, mas sim um rigoroso controlo e uma atenta vigia a todos os movimentos estranhos.

Unidos, tentemos apagar do nosso vocabulário a palavra corrupção pois:

- A pior das corrupções não é aquela que desafia as leis; mas a que se corrompe a ela própria

- O homem corrupto é um indivíduo fraco que perdeu as qualidades do homem equilibrado e justo

Unidos, tentemos com que a palavra suborno seja a pouco e pouco banida da nossa vivência diária: 

- Não aceitarás suborno, porque o suborno cega os olhos do sábio e falseia a causa dos justos

- O ímpio aceita um presente debaixo do manto para distorcer o direito

Portugal tem problemas pontuais a resolver, mas só dificilmente alcançará as metas da justiça e bem-estar social na sua plenitude, quando o mundo onde se integra, olhar menos para a questão material e mais para a questão social.

Em tempos passados, José Afonso, cantando, lutava por um Portugal melhor. Hoje, com a fotomontagem que seguidamente apresentamos, ele canta para nos dar força, engenho e arte para fazer Portuga

 

                                                                                                    FOTOMONTAGEM 

                                                                                              MÚSICA DE JOSÉ AFONSO

 

 

Amorim Lopes

publicado por 59abc59 às 20:42

Terça-feira, 09 de Novembro de 2010

Muito recentemente tivemos a feliz ideia de visitar as ilhas da Madeira e Porto Santo. Facilmente chegamos à conclusão porque é chamada a “Pérola do Atlântico”. È um contínuo jardim à beira mar plantado. A paisagem é bastante verde, um relevo bastante acidentado, com declives bastante acentuados e um grande número de vales e linhas de água. Toda a ilha é servida por um bom número de estradas, das quais as vias rápidas são em número bastante elevado. Presentemente ficamos com a ideia, que com segurança, facilidade e rapidez, conseguimos atingir os principais locais da ilha. Para as acessibilidades serem seguras e rápidas, muito contribuem os 164 túneis existentes, dos quais alguns com mais de 3000m.

O turismo está bastante desenvolvido, é servido por uma boa e numerosa rede de restaurantes e hotéis, está muito bem organizado e sabe muito bem aproveitar as belezas naturais.

Porto Santo é uma ilha com uma população bastante reduzida, uma paisagem bastante árida e um relevo muito pouco acidentado. A ilha vale pela boa praia que tem.

Para terminar, achamos que os sete dias que gastamos na visita ao arquipélago da Madeira foram bem empregues.

Terminamos apresentando três fotomontagens com música popular da Madeira.

1ª- Fotos da parte Sul e Leste da Ilha

2ª- Fotos da parte Norte e Oeste da Ilha

3ª- Fotos do Curral das Freiras

     Câmara de Lobos

     Ilha de Porto Santo

     Funchal.

 

1ª- Fotos da parte Sul e Leste da Ilha

 

 

 

 

2ª- Fotos da parte Norte e Oeste da Ilha

 

 

 

 

3ª -  Fotos do Curral das Freiras  -  Câmara de Lobos  -  Porto Santo  -  Funchal

 

 

 

 

Amorim Lopes

publicado por 59abc59 às 18:05

Sábado, 06 de Novembro de 2010

Atendendo à situação que vivemos, nunca é demais relembrar Abril. É com essa intenção que apresentamos o vídeo “Tanto Mar”, cuja música é da autoria de Chico Buarque. O poeta, músico e cantor, esteve sempre atento ao que se ia passando em Portugal, motivo pelo qual, escreveu após o 25 de Abril de 1974, a 1ª parte do poema que é apresentado no vídeo. A 2ª parte do poema, foi uma adaptação da 1ª, à nova realidade que se ia vivendo após o 25 de Novembro de 1975.  

Com o trabalho que apresentamos, pretendemos também homenagear e recordar o trabalho do poeta, músico e cantor, que constantemente apela a um mundo melhor.    

 

 

 

 

 

Amorim Lopes

publicado por 59abc59 às 18:52

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