E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

Domingo, 16 de Agosto de 2015

Pensamos que não!

A maioria absoluta, é a forma que os governos sem escrúpulos têm, borrifando-se no Povo, de concretizarem os interesses pessoais e os da “pandilha” que os rodeia.

Será que ainda há gente com a coragem suficiente capaz de votar em pessoas que só apregoam as desgraças do passado?

Será que ainda há coragem de dar o voto a políticos que não apresentam projetos nem metas capazes de identificar o futuro, para que o possamos ajuizar?

Será que haverá coragem, face ao que temos presenciado na área da governação, de conceder mais uma maioria absoluta?

Esperemos que não!

Já chega de maiorias! Cavaco, Guterres, Sócrates e Passos, pois para nos desgraçar bastaram eles.  

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15.08.2015 00:30

As legislativas aproximam-se e são cada vez mais os atores políticos que secundam a opinião de Cavaco Silva: reclamam um resultado de maioria, que gere estabilidade governativa. Discordo em absoluto, pois foram as maiorias que nos trouxeram à crise e a miséria. Todas as maiorias governativas são de má memória: Cavaco, Guterres, Sócrates e Passos. Foi com Cavaco Silva no governo que se desbarataram fundos europeus sem critério, se começou a instalar a promiscuidade entre negócios e política e se assistiu à instalação da corrupção no regime. Os dinheiros do Fundo Social Europeu para formação foram desviados para o bolso de alguns. A política era dominada por Duarte Lima, Dias Loureiro e Oliveira e Costa. Em maioria. Foi Guterres que, apesar de prometer "no jobs for the boys", permitiu a entrada na Administração Pública de milhares de boys sem concurso. Na enxurrada, Guterres engordou a Administração. Dominavam a política socialista Jorge Coelho, Pina Moura, Armando Vara e Sócrates. Tudo gente séria, portanto. Em maioria. Foi já a maioria absoluta de Sócrates que celebrou os contratos ruinosos das dezenas de parcerias público-privadas que comprometem as contas públicas até 2035. Foi também Sócrates que nacionalizou o BPN, assumindo todos os prejuízos e deixando intactos os bens dos responsáveis pelo descalabro do banco. Também Passos Coelho dispôs de uma confortável maioria, em coligação com Paulo Portas. Aproveitou esse poder absoluto para privatizar sem critério e ao desbarato a REN, a EDP, EGF, CTT, ANA e TAP. Entregou o ouro ao bandido e fê-lo sem sentido estratégico ou patriótico. Hoje os chineses dominam a energia elétrica em Portugal, num modelo neocolonial em que os colonizados somos nós. Os aeroportos são controlados pela mesma empresa que detém as pontes Vasco da Gama e 25 de Abril, pelo que as entradas na capital estão fora do controlo público, uma verdadeira ameaça à nossa segurança. Não tem sido, pois, por falta de maiorias 

 

Há que acordar e abrir os olhos. Quando tocar a decidir, a melhor forma de vencer o passado e voltar a “fazer” Portugal, é dar a mão a propostas que, estudando o presente e o passado, com “régua e esquadro” estudam, contabilizam, desenham e projetam o futuro.

Amorim Lopes

publicado por 59abc59 às 19:46

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