E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

Sexta-feira, 03 de Junho de 2011

No próximo 5 de Junho, vamos todos eleger um novo governo.

Ficámos um pouco decepcionados com o desenrolar da campanha. Ao longo dos últimos meses, temos afirmado “ Que se abram as portas dos diversos círculos políticos e todos juntos façamos Portugal “. Comparando o que temos afirmado, com as promessas eleitorais, estas vão no sentido contrário.

 

Cumprindo-se o que nos é prometido, nunca haverá um governo, com uma maioria superior a 2/3, que para nós era

 fundamental.

1º- Um governo, com uma ampla base de apoia, seria mais forte, mais dinâmico, mais coeso. Com maior facilidade, as difíceis medidas que terá de tomar, seriam aprovadas, incluindo as que necessitam de uma maioria de 2/3.

2º - As contestações sociais, que possivelmente surgirão, com o aparecimento das difíceis medidas que vão ser tomadas, teriam uma adesão muito menor.

3º - Um governo, com uma muito ampla base de entendimento, poderia facilmente, deixar de ser partidário, para ser de Salvação Nacional, no qual facilmente se incluíam, personalidades independentes, de reconhecido valor.

4º - Uma Assembleia, com votações superiores a 2/3 e um governo, com personalidades de reconhecido prestígio, são essenciais, para se alcáçar uma elevada confiança Internacional. Teríamos mais força para discutir com a Tróica (FMI, BCE, EU), os acordos assinados, corrigindo pontualmente medidas, em matérias, com as quais não estamos de acordo. Discutir, para não repetir o exemplo da Grécia.

Infelizmente, vamos ter um Governo com maioria, sem ampla base de apoio, a cumprir escrupulosamente as determinações da Tróica. Medidas que nos encaminharão para uma vivência Neoliberal, para um capitalismo, onde

a questão social passará para segundo plano. Qual o motivo, por que não existe, no acordo agora alcançado com a Tróica, uma medida para combater a corrupção? Não é um pouco estranho?

Que o dia 6 de Junho, independentemente da força política que vencer, seja o início da união de todos os que amam a Pátria de Camões, para

 fazer brilhar a democracia e começar a fazer Portugal.

Por entendermos que a situação que vivemos, está em parte, inserida num amplo projecto previamente estudado e programado, é que alertamos para o seguinte:

Se a CEE não regressar às origens, tornando-se como no passado, mais unida e solidária, a curto prazo, será desmantelada e rapidamente, os Tubarões do Capital voltarão a sorrir.    

 

Por Portugal tudo!

 

Amorim Lopes    

publicado por 59abc59 às 13:40

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