E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

Quinta-feira, 14 de Julho de 2011

 

Portugal desde sempre manifesto uma forte tendência para a produção de vinho. A produção e o consumo de vinho, foram ao longo dos anos, um forte tónico, que contribuiu para um

não adormecimento e consequente equilíbrio da nossa economia. O solo, clima, prática vitícola, conhecimentos enológicos e evolução dos conhecimentos técnicos, fazem de Portugal, um dos principais produtores de vinho de qualidade. As nossas exportações têm aumentado ano após ano, contribuindo assim, para o equilíbrio das nossas finanças. Em todo o País, a viticultura está viva e tecnicamente, nos últimos anos tem evoluído bastante. De todas as zonas, o Alentejo, é aquela onde as áreas de vinha mais têm aumentado. A melhoria técnica da viticultura e enologia, apresentam progressos

bastante acentuados. Como prova do que acabámos de referir, publicamos de seguida, o artigo escrito no Correio da Manhã de 26 de Junho, por Alexandre M. Silva.

 

Alentejo exporta 13 milhões de litros de vinho

Consolidada a liderança no mercado nacional, com 43 por cento do total de vendas, os produtores de vinho do Alentejo apostam agora nas exportações, actualmente na ordem dos 13 milhões de litros, equivalente a 15 por cento da produção total (85 milhões de litros). Brasil surge como a primeira escolha, tendo registado em 2010 um aumento de 48 por cento em relação ao ano anterior. Angola, Estados Unidos da América e China são outros países para onde os 350 produtores de vinho alentejano pretendem reforçar o volume de exportações

Com uma produção de 17 milhões de litros e 20 milhões de garrafas em 2010, a Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz assume-se como líder no mercado nacional, com 24 referências de vinhos, licores e espumante. Nos próximos anos, pretende aumentar de 12 para 40 por cento o volume de produto exportado. "Exportamos dois milhões de litros e temos como objectivo aumentar para cinco a sete milhões", refere José Canita, director--geral da cooperativa, que desde a sua fundação, em 1971, já viu os vinhos receberem 270 prémios.

Com cerca de 900 associados e 90 funcionários, esta cooperativa regista um volume de negócios de 30 milhões de euros. Grande parte dos lucros são canalizados para novos vinhos, acções sociais e investimentos na modernização e certificação. "Na ampliação da área de engarrafamento e

modernização tecnológica serão investidos 4,8 milhões de euros", refere o director-geral da cooperativa, que tem em todo o concelho cerca de 3700 hectares de vinha.

Além de Reguengos de Monsaraz, existem grandes manchas de vinha exploradas por associados das cooperativas de Vidigueira, Portalegre, Redondo e Borba. A adega do Esporão, do empresário José Roquette, e a da Cartuxa, propriedade da Fundação Eugénio de Almeida, estão entre os maiores produtores privados. Nesta última, situada às portas de Évora, são trabalhados 510 hectares de vinha. A adega engarrafa três milhões de garrafas e o volume de negócio é na ordem dos 12 milhões

de euros.

Por fim, para ilustrar o que acabamos de referir, publicamos um vídeo, que nos mostra o que é uma empresa vitivinícola no Alentejo. Não é nossa intenção, fazer publicidade à empresa referenciada, mas mostrar com o vídeo, o que de muito bom a Alentejo tem feito.

 

Amorim Lopes

publicado por 59abc59 às 01:41

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