E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

Quinta-feira, 02 de Abril de 2015

 

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Depois de uns momentos bem passados no café “O Arado”, na Sertã, onde saboreámos o leitão assado no espeto – uma delícia – terminámos o salutar convívio com o proprietário a tocar acordeão.

Das muitas músicas com as quais ele nos deliciou, uma houve que muito gostámos – Mãe.

O tema que ele interpreta para homenagear a sua mãe, vamos nós seguidamente publica-lo e assim, também nós homenageamos a nossa e aquela com quem ao longo de vinte anos partilhámos a nossa vida e simultaneamente todas as mães de Portugal

VÍDEO

Amorim Lopes

 

publicado por 59abc59 às 18:35

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