E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

Sábado, 16 de Outubro de 2010

Paz, guerra, justiça, honestidade, pobreza, desemprego, saúde, educação, vigarice, roubo, morte e muitas outras que são bem a imagem da vida que diariamente temos pela frente. São vocábulos que a nossa imprensa, no seu dia a dia, é obrigada a referir.

Com a Revolução dos Cravos, sonhámos com um Portugal melhor, mais justo, mais amigo. Repentinamente eis que nuvens negras surgem no nosso horizonte, ameaçando tempestade. Lá longe surge o Adamastor, que nos tenta impedir de seguir com serenidade, o caminho do bem-estar, desenvolvimento e da felicidade. Não podemos parar. É hora de respirar bem fundo e arranjar forças para navegar e vencer o mar tenebroso que nos rodeia. É hora de descobrir os ventos da mudança, para afastar as nuvens negras visíveis no horizonte.

Pobreza, uma situação vivida no passado, que cresce diariamente no presente e que, com ajuda e colaboração de todos, temos que reduzir drasticamente no futuro.

- Aplaudem-se as tolices de um rico enquanto nem se dá ouvidos às máximas de um pobre

-  É um grande esforço para o pobre obter o que lhe falta, e também um grande trabalho para o rico conservar o que lhe sobra

- É muito fácil viver com pouco desde que a pessoa não gaste muito para ocultar que tem pouco

Vivemos o nosso dia a dia confrontados com o desemprego, a fome e com a desigualdade, com origem em vários motivos, dos quais a honestidade não existe no vocabulário de muitos.

- A honestidade é própria das classes médias. As de baixo não a ignoram, mas não sabem para que serve. As de cima não a ignoram, mas não sabem para que ainda serve

Se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto, ele seria honesto ao menos por desonestidade

- Não é por ter sido honesto uma vez que se pode passar o resto da vida a descansar

Morte, roubo, maus-tratos, violência doméstica são uma constante. Apelamos para que a nossa justiça seja mais rápida, mais justa para uns e menos injusta para outros.

- Se, por vezes, o juiz deixar vergar a vara da justiça, que não seja sob o peso das ofertas, mas sob o da misericórdia

- A justiça sem a força é impotente; a força sem a justiça é tirânica 

- A justiça sem força, e a força sem justiça: desgraças terríveis!

- Uma coisa essencial à justiça que se deve aos outros é fazê-la, prontamente e sem adiamentos; demorá-la é injustiça

“O que a gente faz agora?” Uma pergunta que nos convida a todos a uma profunda reflexão e que é o tema do vídeo que seguidamente vos é apresentado.

Com o mesmo vídeo, pretendemos tornar o nosso dia a dia um pouco mais alegre, risonho e menos tenso. Que este sirva de fermento, para vencer o Adamastor e afastar as nuvens negras que nos rodeiam.  

 

 

Digo verdades sorrindo a quem me mente a sério.

 

Amorim Lopes 

publicado por 59abc59 às 19:29

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