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DÁDIVAS

E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

DÁDIVAS

09
Jun13

FRANCISCA CORREIA E O FADO SOLIDÁRIO

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Acabámos de abandonar o Cineteatro onde assistimos a uma belíssima noite de fados, organizada pelos Bombeiros de Mação, com o intuito de comprar uma ambulância.

O espectáculo decorreu bem, cantaram-se belíssimos fados, muito bem interpretados, graças às vozes e ao saber de Pedro Soares e Ângelo Freire, ambos músicos de Ana Moura e da jovem Maçanica

 

Francisca Correia, que com a sua voz melodiosa, doce e cheia de raça, facilmente conseguiu conquistar a plateia.

É uma jovem, que vai contrastando com a juventude, que numa grande maioria vai virando as costas ao fado. Ela, cantando, vai provando que o fado também é arte.

Força Francisca, na vida, quando há vontade quase tudo se consegue alcançar.

Segue um pequeno trabalho, que é o nosso modesto agradecimento pela belíssima noite que tu, o Ângelo e o Pedro nos ofertaram.

VÍDEO

 

Amorim Lopes 

 

 

07
Jun13

PALHAÇOS E FILHOS DA P…

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A propósito dos termos acima referidos, que com uma certa frequência vão servindo de adorno, à trágica tela que tão tristemente vai sendo pincelada pelos arautos aventureiros da nossa governação, entendemos publicar um texto que nos chegou às mãos através do Facebook.

O texto, escrito por Santana-Maia Leonardo, de Ponte de Sor, achámo-lo interessante e merecedor da nossa publicação por dois motivos:

1º- Por referir a argumentação original e inédita, utilizada pelo advogado Ramada Curto para defender um seu cliente.

2º- Foi estarmos em consonância com as afirmações referidas no final.

TEXTO

“Ramada Curto foi um advogado e jornalista bastante popular do meio teatral e jornalístico lisboeta da primeira metade do século XX, tendo intervindo nalguns dos processos-crime mais célebres do seu tempo.

 Uma das suas histórias judiciais que ficaram célebres teve a ver com a defesa de um arguido acusado de chamar “filho da p…” ao ofendido, expressão que, na altura, era considerada altamente ofensiva. Nas suas alegações, Ramada Curto começou por chamar a atenção do juiz para o facto de, muitas vezes, se utilizar essa expressão em termos elogiosos (“Ganda filho da p…, é o melhor de todos”) ou carinhosos (“Dá cá um abraço, meu grande filho da p…!”), tendo concluído as suas alegações da seguinte forma: “E até aposto que, neste momento, V. Ex.ª está a pensar o seguinte: “Olhem lá do que este filho da p… não se havia de ter lembrado só para safar o seu cliente!...”.

 Chegada a hora de sentença, o juiz vira-se para o réu e diz: “O senhor vai absolvido, mas bem pode agradecer ao filho da p… do seu advogado”.

 Isto vem a propósito de recente afirmação de Miguel Sousa Tavares, que fez a capa do Jornal de Negócios, de que nós já teríamos um palhaço que se chamava Cavaco Silva. O que tu foste dizer?!... Em Portugal, os nossos políticos são todos muito susceptíveis e o povo muito reverente. Em Portugal, um político pode arruinar uma autarquia ou um país, enriquecer os amigos e a família e lançar o povo na miséria, destruir lares, famílias e vidas, que não lhe acontece nada. Mas, se alguém chama “palhaço” a um político, tem logo o procurador e a polícia à perna.

 Eu até compreendo que certos políticos não gostem que lhes chamem “palhaços”, porque, efectivamente, os únicos e verdadeiros palhaços nesta história não são os eleitos mas quem os elegeu. Com efeito, por muito que nos custe reconhecer, os palhaços somos nós, o povo eleitor, que, durante os últimos vinte anos, temos eleito e sido governados pelos ofendidos da história de Ramada Curto.”

 Santana-Maia Leonardo,  Ponte de Sor

 (Jornal Público, Cartas ao Director, 28-05-2013)

 

Amorim Lopes

06
Jun13

DA CORRUPÇÃO À CRISE. QUE FAZER?

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Paulo de Morais, esteve como convidado, no programa “Justiça Cega” da RTP Informação no dia 5 de Junho de 2013.

 

A propósito do lançamento da sua mais recente obra “Da Corrupção à Crise. Que fazer?”, Paulo Morais esteve na RTP Informação, onde abordou o lançamento do seu livro e bem como é seu timbre, emitiu algumas considerações sobre o estado de corrupção que temos vindo a saborear. Fez também uma análise simples, precisa e muito elucidativa da situação trágica que vivemos.

A solução para os problemas, em conformidade com a sua forma de pensar, também foi abordada.

É um programa de aproximadamente 55 minutos, pelo interesse que desperta aconselhamos a ser visionado.

 

http://www.rtp.pt/play/p761/e119582/justica-cega

 

Amorim Lopes 

05
Jun13

LARGO DOS BOMBEIROS ESTÁ A SER REQUALIFICADO

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 Passaram  quase duas semanas que tiveram início os trabalhos de requalificação  do Largo dos Bombeiros.

Não sabemos que tipo de requalificação vai ser levada a cabo, mas pelo desenrolar dos trabalhos as alterações não serão muitas. Possivelmente vai ser-lhe introduzido um visual mais a condizer com a era em que vivemos.

O velho “Areeiro” já merecia que a arquitectura o olhasse com um pouco mais de atenção.

Será que vai nascer em Mação uma verdadeira revolução urbanística?

Temos esperança que sim!

VÍDEO

 


Simultaneamente, na noite de sábado podemos assistir no Cineteatro a uma noite de "Fado Solidário” e no Domingo, no Pereiro, ao “Festival do Caracol”

Para dar uma saltada a Mação motivos não faltam.

Felizmente que por momentos a nossa terra vai tendo alguma vida. 

 

Amorim Lopes

04
Jun13

A ELECTRÓNICA TRANSPARENTE

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Ontem vimos um programa na TVI24, onde foi entrevistada a cientista e investigadora Elvira Fortunato, a trabalhar na UNL.

Abordou temas que para nós eram uma novidade como: “Electrónica Transparente”, “Transístor em Papel”. “Memória (electrónica) de Papel” e o “Transístor Electrocromático”.   

Este último, pode mudar a cor a qualquer superfície contínua onde é implantado.

Foi com grato prazer que soubemos, que esta, em conjunto com Rodrigo Martins, continuam a investigação na área da micro electrónica, e que os seus inventos têm sido reconhecidos internacionalmente. A testemunhar isto, informamos que os Coreanos estiveram muito recentemente na UNL a verificar todo o trabalho desenvolvido.

A terminar, informamos que o nosso Governo, além de não acarinhar o trabalho de investigação também não tenta inteirar-se do que se está a investigar nem dos inventos já alcançados.

É o governo que temos.

Segue um vídeo sobre a electrónica transparente.

VÍDEO

 

Amorim Lopes 

 

 

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