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DÁDIVAS

E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

DÁDIVAS

06
Set12

“Freitas defende imposto especial para quem ganha mais”

59abc59

 

Temos vindo com uma certa frequência, neste nosso espaço, afirmando que estamos dispostos a fazer os sacrifícios necessários para a ajudar a ultrapassar, quão rápido quanto possível, a má situação em que nos encontramos.

Também temos afirmado que os sacrifícios têm de atingir todos e numa maior percentagem,  os que têm maiores salários, maiores rendimentos. Maiores sacrifícios para os mais endinheirados, os “tubarões” do País!

Que a exigência contributiva para ajudar a vencer a crise, seja adornada de um espírito mais equitativo.

A este respeito, o Professor Doutor Freitas do Amaral veio agora  dar-nos razão. Como prova do que afirmamos, publicamos o artigo de opinião, que é apresentado, hoje, no Jornal Diário de Notícias, da autoria de “ Patrícia Viegas “


Quem ganha mais de 10 mil euros por mês deveria pagar um imposto especial, defendeu ontem à noite numa entrevista à RTP Freitas do Amaral.

"Em minha opinião são as pessoas que ganham mais de dez mil euros por mês. Eu acho que devia haver da parte do Governo uma tributação especialmente pesada sobre essas pessoas", declarou o ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, considerando que todos têm que contribuir para a resolução da crise e que não pode ser a classe média a arcar com todos os sacrifícios.

Freitas do Amaral diz que propõe uma "tributação especialmente pesada sobre essas pessoas" e considerou que os que ganham acima de 50 mil euros "são muito privilegiados" e que os ganham 200 mil são "tubarões".

O fundador do CDS defendeu ainda a flexibilização do memorando da 'Troika' e considerou que o caminho que está a ser trilhado pelo Governo de Pedro Passos Coelho poderá atirar Portugal para o mesmo caminho da Grécia. "A receita da 'Troika' não é boa", concluiu.


Amorim Lopes

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