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DÁDIVAS

E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

DÁDIVAS

06
Mar15

PASSOS COELHO ESTEVE EM INCUMPRIMENTO, POR VÁRIAS VEZES, COM O FISCO E SEGURANÇA SOCIAL

59abc59

Já lá vão uns anos que nós alugámos um espaço que era nosso (5/8) e de outros familiares, três, (1/8) cada. O contrato de arrendamento foi elaborado tendo como comproprietários os quatro herdeiros.

Como gostamos de cumprir a lei, no ano seguinte, fizemos no nosso IRS a declaração da totalidade do valor da renda recebida, pois éramos nós que a recebíamos na totalidade.

No ano seguinte, os quatro comproprietários receberam uma notificação das Finanças para corrigir a declaração do IRS. Nós, reduzimos 3/8 da renda declarada. Os restantes proprietários, tiveram que incluir, no seu IRS, cada um  1/8 da totalidade da renda.

A concluir, informamos que em nada lesámos o Estado, antes pelo contrário, aumentámos as suas receitas em 150 euros, consequência das três coimas aplicadas.

No que respeita aos Serviços de Finanças, mostraram ser eficientes e rápidos na tentativa repor a legalidade.

Pena é, que todos os casos não sejam tratados de igual forma.

vídeo

 

 

No que respeita ao Dr. Passos Coelho, a eficiência e rapidez parece não se ter verificado.

Será que para o cidadão comum existe um tratamento e para os políticos, umas “meiguices adocicadas”?

A ser verdade o que vem sendo divulgado pela comunicação social, nomeadamente incumprimentos temporários na área do fisco, segurança social, que merecem a nossa reprovação, e se a tudo isto juntarmos a retórica, em que este dá a entender que o incumprimento é um procedimento banal e prática comum, o Primeiro-ministro, só tem um procedimento a tomar – DEMISSÃO.

Pela forma fácil e corrente como abraça o “incumprimento”, já não nos admira porque tantas foram as vezes em que a Constituição ficou por cumprir.

Se sempre fomos “verticais” e cumpridores, temos motivos suficientes para exigir que os nossos governantes também o sejam.

Temos esperança que políticos mais sérios surjam, com capacidade de construir um Portugal mais justo!

Amorim Lopes

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