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DÁDIVAS

E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

E agora é o acaso quem me guia. Sem esperança, sem um fim, sem uma fé, Sou tudo: mas não sou o que seria Se o mundo fosse bom — como não é!

DÁDIVAS

28
Mar15

QUEM ESCREVEU O LIVRO – “A Confiança no Mundo, Sobre a Tortura em Democracia”?

59abc59

A ser verdade o que é afirmado no texto escrito por Micael Pereira, publicado no Expresso Digital e por nós reproduzido na nossa última publicação, é algo que nos deixa perplexo e bastante preocupado. Nunca pensámos que em democracia se chegasse a tais “níveis”.

Se já estávamos preocupados com a matéria abordada no último trabalho publicado, mais apreensivos ficámos, com a notícia divulgada pelos média, de que o livro de Sócrates -A Confiança no Mundo, Sobre a Tortura em Democracia- não foi escrito por ele.

Ao lermos o Blog Causa Nossa, verificámos que o livro foi escrito por Sócrates e não por outra personalidade. Acreditamos na palavra de Vital Moreira!

 

Há limites para a infâmia

 

 Já não surpreende que o tabloidismo militante não tenha limites nem escrúpulos na campanha de condenação preventiva de José Sócrates antes sequer de qualquer acusação, espezinhando todas as normas deontológicas do jornalismo e a integridade moral das pessoas. Já é demais, porém, que a imprensa de referência também replique e veicule histórias como a de que o livro de Sócrates sobre a tortura foi escrito por outrem.

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Sobre o assunto, cumpre-me dizer o seguinte: por iniciativa minha, tive a oportunidade de acompanhar a feitura da tese de mestrado de Sócrates que veio a dar no referido livro; enviou-me sucessivamente o draft de cada capítulo, tendo eu feito algumas observações e sugestões pontuais (incluindo bibliografia), sobretudo quanto aos aspetos constitucionais e afins do tema, que o autor em geral acolheu, mas nem sempre; tive também oportunidade de conversar ocasionalmente com ele sobre alguns dos temas da tese, sendo óbvio o seu domínio e à vontade na matéria. Sei também, por me ter sido dito por ele, que submetia o seu trabalho a outras pessoas, que igualmente contribuíam com críticas e observações, a quem agradeceu depois no prefácio do livro, como é de regra.
Nada disto -- que é normal numa tese académica -- é compatível com a tese de um trabalho apócrifo. Há limites para a infâmia.

Adenda
Se, com a prestimosa cooperação da imprensa, a acusação continua a recorrer a estes golpes baixos para uma continuada operação de "assassínio de caráter" de Sócrates , é porque falta "corpo de delito" para sustentar a acusação pelos crimes que lhe são imputados, passados todos estes meses de investigação.

Publicado por Vital Moreira

 

A nossa vivência democrática a que níveis chegou...

Será que vivemos num mundo de loucos?

Amorim Lopes

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